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Música ambiente: é permitido usar Spotify, YouTube e CDs na empresa?

27/09/2019
Dicas

A música tem um importante poder de influenciar as pessoas nos mais diversos contextos – e em um comércio isso não é diferente. Quando bem-escolhida, a música ambiente não só é capaz de atrair consumidores e melhorar a experiência deles durante o atendimento, como também de aumentar o tempo de permanência dentro da loja.
Se você já sabe selecionar playlists de acordo com o gosto dos seus clientes, você está indo pelo caminho certo! No entanto, é preciso tomar cuidado com a escolha do meio de reprodução, já que plataformas de streaming, Youtube e CDs nem sempre são as alternativas mais vantajosas em uma empresa. Quer saber os motivos? Continue a leitura!

Tocar músicas não alinhadas ao público

Antes de colocar a música ambiente como estratégia de marketing, é fundamental conhecer o gosto musical do cliente para personalizar uma playlist que aumente o seu desejo em permanecer na loja, não é mesmo? O problema é que nem todas as alternativas de reprodução permitem a seleção de músicas específicas.
O CD é um exemplo disso: ou compra um álbum com músicas da mesma banda, correndo o risco de não agradar a todos, ou compra um CD limpo, com o qual, embora você possa organizar a sua playlist como quiser, não é possível alterar as músicas posteriormente, podendo deixar os seus clientes enjoados.

Prejudicar o tempo dos seus funcionários

Como falamos, é importante manter a música atualizada para não deixar os clientes enjoados. E, com isso, vamos para o nosso próximo obstáculo: a gestão de tempo.
Por mais que plataformas de streaming, como Spotify e Dezzer, possam parecer soluções mais acessíveis, ter que atualizar a playlist toda semana pode acabar tomando muito tempo de trabalho. Além disso, vale ressaltar que o processo de trocar músicas da playlist, durante o horário de expediente, também pode afetar a produtividade dos seus funcionários.

Aumentar custos por causa do pagamento do ECAD

O ECAD é responsável por recolher arrecadações de músicas e disponibiliza-las para os criadores. O valor pago pelo empresário pode depender tanto da localização quanto do serviço realizado pela empresa.
Embora os serviços de streaming também já tenham que pagar pelos direitos autorais para disponibilizar músicas de artistas, teoricamente, isentando o usuário do pagamento da taxa, o empresário que tem conta no aplicativo também precisa pagar o ECAD, porque tais plataformas não podem ser utilizadas para uso comercial – o que inclui a utilização como música ambiente.

Enfrentar problemas legais

Aplicativos de streaming e CDs não podem ser utilizados em ambiente comercial, mesmo se você tiver realizado o pagamento. Ainda é preciso conseguir uma licença especifica – conhecida como licença de apresentação pública – para reproduzir músicas em locais abertos.
Não há como negar que burocracias como essa podem dar muita dor de cabeça. No entanto, é a única maneira de evitar problemas legais e multas por cada faixa tocada por esses meios de reprodução.
Como pode ver, por mais que alternativas como plataformas de streaming, Youtube e CDs sejam práticas, o empresário pode enfrentar várias dificuldades ao escolher essas opções reproduzir playlists. Sendo assim, o mais recomendado é que a empresa busque soluções de música ambiente que otimizem o trabalho dos funcionários e, principalmente, não tenham custos com licenças especiais.

Gostou de aprender sobre os principais problemas de reproduzir música ambiente com essas opções? Aproveite para entender melhor como funcionam os direitos autorais das músicas e como agir diante deles!

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